2020 traz clima de festa para Gil Fuentes

Maricy Guimarães – do Programa Café com Notícia

No ano que começa, o jornalista Gil Fuentes tem muito que celebrar. Em 2020 Gil completa 60 anos de vida e 30 de Colunismo Social.

Muita história pra contar na vida desse profissional que também é ator, cantor e estilista. O fato é que, a exemplo de gente que construiu a carreira com muito trabalho e conquistando amigos pelo caminho, ele se tornou referência na região. Mas chegou a hora de colher os frutos, ao lado da família que o ama.

No bate-papo com o jornalista Marlon Rodrigues, do programa Café Com Notícia da Rádio Metropolitana, no último dia 9, Gil Fuentes fala dessa sua atual fase da vida e relembra bons momentos:

Último programa no rádio

Foi na rádio Sempre Mais FM, depois mudou de nome, mas acho que faz uns quatro anos que eu não tenho programa. Fui ‘garoto de programa’ agora sou ‘tiozinho de programa’ (risos). Aqui (na Rádio Metropolitana) também tive um programa diário, eu tive um link, que era muito legal, eu entrava todo dia. O Jorge Lordello (conhecido como Doutor Segurança – Jorge Lordello é bacharel em direito pela PUC, tem uma carreira de mais de 20 anos como Delegado de Polícia no Estado de São Paulo e apresentador do programa de TV Operação de Risco, na Rede TV) começou comigo, fazendo rádio lá em Suzano. Foram as primeiras experiências dele, quando ele escreveu o primeiro livro com Lair Ribeiro (médico cardiologista, nutrólogo, e escritor best-seller brasileiro).

Eu sinto falta de rádio, mas assim como a TV é um brinquedo caro, precisa ter uma estrutura muito grande, e às vezes me falta ‘saco’ para correr atrás. Tem que correr atrás de patrocínio para manter o programa, a equipe etc. E a mídia é assim: você dá, dá, dá e recebe muito pouco de volta. Isso cansa um pouco

Sobre Colunismo Social

Fiquei um ano e meio na Gazeta Popular de Suzano, e o proprietário, o Carlos Spada, dizia que aquilo seria um trampolim pra mim. Nunca levei muita fé, mas o Angelo Roncali me levou para conhecer a diretoria do Diário de Suzano. Eles me fizeram o convite para ser colunista. Levei um susto (risos). Aliás foi o Otávio de Moraes quem fez o convite. A culpa é dele (mais risos).

Falar das pessoas na minha coluna porque elas tem dinheiro nunca foi meu foco.

Sobre fazer eventos

Faço pouco. Velho é uma merda né? (risos) Cansa de tudo. Mas o colunismo social está atrelado aos eventos, então eu fazia os comemorativos, de aniversário, a feijoada para comemorar tantos anos de coluna, as noites de gala que eu fiz em Suzano, que eram noites elegantes, chiques, glamourosas, muito bacana. O primeiro camarote vip do Alto Tietê foi o meu. Também fui estilista por muitos anos e voltei a ser agora, depois de 13 anos sem costurar. Uma das minhas sobrinhas, que eu criei com a morte da minha irmã Maristela, se casou e eu fiz o vestido dela. Desenhei, cortei e costurei.

Sobre as Rede Sociais

Não sei ser blogueirinho, ficar com o telefone na cara falando com as pessoas. E às vezes tenho vergonha quando vejo, porque tem pessoas que não sabem fazer.

Projetos

Virei cantor, mas meu comprometimento é com a interpretação. Mas como já são 10 anos cantando, eu quero uma noite de gala, ou um show para comemorar meus 60 anos. Talvez cantando e interpretando textos poéticos.

Sobre modernidade

As coisas não acabam, se adequam. Os jornais tomam novo formato, as rádios passaram por reformulações, mas tudo que é bem feito é duradouro, seja uma rede social ou um bom livro.

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